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O Retorno de Arquivo-X

E finalmente chegou o momento de escrever sobre o retorno absolutamente sensacional de Arquivo-X! A minissérie exibida entre o final de janeiro e meados de fevereiro, também conhecida como décima temporada, em seus seis episódios conseguiu o que muitas produções dos últimos tempos prometeram, mas não cumpriram: renovar um universo fantástico e apresentar novas e boas histórias, além de indiscutivelmente novas promessas de mais aventuras.

Antes, porém, falemos de outros assuntos, o principal sendo a parceria com o blog Corujice Literária! Já apresentamos lá vários textos, como a cobertura da Comic Con Experience 2015, a resenha da maravilhosa Graphic MSP Louco – Fuga, e nossa análise do sensacional Batman vs Superman – a Origem da Justiça. Há links em todos esses títulos, então convido os leitores a conferir!

Deste último, aliás, apresento abaixo alguns trechos:

 

De minha parte, absolutamente amei as referências, ver a Trindade máxima da DC unida na telona pela primeira vez, os vislumbres do universo maior que rapidamente nos levará até a Liga da Justiça, e ver novamente o maior herói de todos, Batman, em ação em uma de suas melhores encarnações.

 

Bem, pode haver SPOILERS, nada muito sério, adiante, então se ainda não conferiu o filme e não quiser correr qualquer risco, melhor ir fazer outra coisa, certo?

 

Sim, o tão injustamente criticado Ben Affleck está simplesmente sensacional como o mais perturbado, obstinado e violento Bruce Wayne já visto em live action! Atrevo-me até a dizer que ainda melhor que Christian Bale nos filmes de Christopher Nolan. Um detalhe absolutamente fundamental para mim foi que efetivamente VEMOS o Batman em ação, especialmente nas lutas, ao passo que na trilogia de Nolan as lutas se resumiam a rápidos movimentos muito próximos da câmera, ignorando por completo que o Cavaleiro das Trevas é mestre em praticamente todos os tipos de artes marciais conhecidos. E ele usa batarangues e outros apetrechos, esquecidos no enfoque excessivamente realista de Nolan.

 

Claro, Cavaleiro das Trevas... A maior, melhor, mais espetacular, dramática e emocionante saga jamais criada para os quadrinhos, obra-prima do mestre Frank Miller! Para mim foi uma emoção indescritível constatar como essa graphic novel influenciou Batman vs Superman, incluindo até mesmo uma transposição quase direta da cena do assassinato dos pais de Bruce Wayne em sua forma mais impactante. Uma fala de Alfred misturando bebida e a próxima geração da família Wayne está lá, e se procurarem podem encontrar várias outras referências a esse clássico das HQs. Além da referência máxima, a armadura de Batman e a luta com o Superman, que também contém frases inteiras de O Cavaleiro das Trevas. Vibrei demais!

De novo, clique aqui para conferir o restante do artigo.

 

E vamos a Arquivo-X... pensando bem, gostaria de aproveitar e comentar que para mim como autor, as referências máximas em termos de Ficção Científica no cinema e na televisão sempre foram Jornada nas Estrelas (como é estúpido não usar o título em português!), Guerra nas Estrelas (idem), e Arquivo-X (e vejam só, justo a tão criticada Fox teve a imensa sabedoria de manter o título original em português das aventuras de Mulder e Scully, hein?). É impossível negar que esses três universos magníficos foram os que mais me influenciaram no sentido de me tornar um escritor, e também roteirista.

E vejam que interessante, desde 2009 todos esses três grandes e clássicos universos estão passando por um processo de renovação e retorno. E sim, para mim tem um que fez isso bem melhor que os outros, vamos analisar?

 

Star Trek! Sim, novamente, a decisão da Paramount no Brasil por não utilizar o venerável nome JORNADA NAS ESTRELAS prejudicou imensamente a divulgação dos filmes de 2009, e Além da Escuridão de 2013. Tive o prazer de conferir os dois filmes da era Abrams no cinema, e gostei, especialmente do primeiro.

Conferir o filme de 2009 em um cinema lotado de trekkers foi algo especial. No momento da primeira aparição da nova e belíssima Enterprise, tudo veio abaixo! É indescritível a sensação de ouvir todo mundo dentro de um cinema gritando e aplaudindo. O que se repetiu quando surgiu na telona a venerável figura do inesquecível Leonard Nimoy. Sim, a destruição de Vulcano não agradou a uma vasta maioria, mas para mim foi uma decisão corajosa, aproveitando o fato de estarmos em outra linha temporal, ou seja, outra realidade.

Conversando com a comadre Surya, do site Aumanack, veio ainda outro problema. O trio principal em Jornada nas Estrelas sempre foi Kirk, Spock e McCoy. O primeiro a força, o segundo o cérebro, e o terceiro o equilíbrio, o lado humano completo com suas qualidades e defeitos, que protagonizaram debates brilhantes, filosóficos, inesquecíveis e inteligentes, com argumentos poderosos de lado a lado. Ou ainda, Spock é a lógica, Kirk é o coração, e McCoy a alma!

Infelizmente, em nome do maldito politicamente correto, o trio principal agora é Kirk, Spock e Uhura, um reles triângulo amoroso... e sim, patético os dois últimos discutirem a relação em meio a uma missão perigosa no sistema Klingon, em Além da Escuridão! E mudar o aspecto já mais que estabelecido dos Klingons? Não!

Os extras do filme de 2009 são preciosos, e gosto particularmente de um momento em que Leonard Nimoy vira para Zachary Quinto e diz “você nunca vai conseguir se livrar disso”. O Spock jovem de Quinto está muito bem nos dois filmes, e no primeiro tudo acaba funcionando a contento, embora todo o lado do debate filosófico que sempre foi o ponto forte de Jornada nas Estrelas tenha ficado de lado.

No segundo filme os problemas são em maior número. Benedict Cumberbatch como KHAAAAAAAAAAAAAAN está, claro, excelente, mas de novo, precisava repetir basicamente a receita de A Ira de Khan? Para mim tudo bem existir um grupo agindo nas sombras na Federação, afinal em A Nova Geração e Deep Space 9 isso também existia, e nem sempre atuando de maneira ética.

Mas repetir a cena “eu sempre serei seu amigo”, uhn, acho que não precisava.

E Kirk consertando o motor de dobra na base do chute? CADÊ A CIÊNCIA, meus caros, a base científica que sempre foi o forte em Jornada? Sem falar da nave perto da Lua caindo imediatamente em direção à Terra, teletransporte instantâneo, enfim...

Lamentavelmente o trailer do novo filme, Star Trek Beyond, não me agradou nem um pouco, e estou realmente pensando em nem gastar dinheiro para conferir no cinema. Mais parece um genérico muito mal feito de Star Wars que qualquer outra coisa, e foi excelente o comentário de George Takei ao ver o trailer, dizendo que não há nada ali vinculado ao trabalho do legendário Gene Roddenberry.

Tenho esperanças na nova série prometida para 2017, veremos. E recomendo o site dos amigos Star Trekkers, aliás.

 

Star Wars VII – O Despertar da Força. Claro que fomos ao cinema (duas vezes!), evidentemente que vibramos, e até já conferimos de novo em DVD... por sinal, DVD e blu-ray sem NADA de extras, que só estão no bem mais caro blu-ray duplo... depois o Lucas é que era mercenário, né, pois é!

Esse título, aliás... The Force Awakens se traduz como O Despertar da Força. Star Wars se traduz como Guerra nas Estrelas. Então não poderia ser Guerra nas Estrelas VII – O Despertar da Força? Ah, os “gênios” do marketing...

Sim, adorei o filme. Sim, a maior parte dos novos personagens é legal, o Finn por ser um desertor dos stormtroopers, o Poe por ser um grande piloto, o BB-8 fazendo até sinal de positivo (mas seus modelos custam caro), e especialmente a Rey, de novo um personagem de Star Wars na clássica Jornada do Herói. O retorno de velhos conhecidos, e uma muito, muito dolorosa partida... Até que a forte cena também me chamou a atenção e gostei, pela ousadia, mas aí fica uma dúvida, nos próximos filmes só teremos personagens “do bem” versus os “do mal”, sem ninguém na zona cinza ali no meio, ninguém mais humano mesmo?

E de novo o esquema de que o inimigo tem uma super-ultra-mega-hiper arma que tem que ser destruída? O que teremos então nos filmes VIII e IX? E infelizmente Kylo Ren não me convenceu muito como vilão, o descontrole dele mais valeu pela cena de humor com os dois troopers muito mais espertos que a maioria absoluta deles, dando meia volta diante do chilique do chefe, que por qualquer outra coisa.

E no momento do acionamento do Starkiller eles só esqueceram completamente como funcionam as leis da Física, né? Em instantes o raio se dividiu, atingindo e destruindo planetas a anos-luz de distância! Certo que Star Wars nunca prestou tanta atenção assim ao lado ciência da Ficção Científica, mas não precisavam exagerar, né?

Rogue One, para mim, está parecendo uma história bem mais interessante. E quanto ao filme VIII, o site Cinepop publicou uma teoria maluca sobre a origem de Rey que só me fez pensar: “PQP, midiclorians de novo!?”. Mais que Jar-Jar, mais que Ewoks, explicar a Força foi, disparado, a pior ideia de George Lucas em todos os tempos!

 

Continua abaixo...



Escrito por Escritor às 18h39
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O Retorno de Arquivo-X

Continuação

Por sinal, muito melhor é a teoria de que Jar-Jar seria o maior vilão de Star Wars, publicada neste link.

Ah, observações! A Rey, somente com seus instintos e talento natural para sentir a Força já deu uma surra no Kylo Ren (e esse pessoal que escreve os filmes continua péssimo para nomes...). Imaginem quando for treinada pelo Luke, que foi treinado pelos legendários Obi-Wan e Yoda!? E por sinal, aquele golpe que ela dava tentando espetá-lo com o sabre, me lembrou muito o estilo de luta do Palpatine... Enfim, de novo, aguardemos!

Finalmente, ARQUIVO-X! Sim, tenho uma predileção especial pelo maravilhoso universo criado por Chris Carter e as investigações dos agentes do FBI Fox Mulder e Dana Scully, pois além de tudo foram o melhor presente de aniversário que já tive! Podem conferir a data de estreia no livro Bastidores.

Sempre fui muito ligado às questões do espaço e vida extraterrestre, e felizmente ao contrário das teorias malucas do Mulder minha primeira leitura séria a respeito foi do inimitável livro Cosmos, de Carl Sagan. E inclusive o saudoso divulgador científico aparece na TV de Mulder no final da quarta temporada. E o fato é que meus primeiros livros, De Roswell a Varginha (Tarja Editorial, 2008) e Filhas das Estrelas (Editora Estronho, 2011), não teriam existido sem a inspiração de Arquivo-X.

Sempre concordei com os amigos que a série deveria ter terminado bem antes. Talvez na sétima temporada, Scully grávida e Mulder abduzido, algo para ficar na história! Mas tivemos a oitava e nona temporadas, a idiotice dos tais supersoldados...

Houve uma décima temporada em quadrinhos para os sortudos fãs estrangeiros, que aqui na Terra Brasilis só podemos conseguir por meio de uma quantidade razoável de dólares, ou outros meios mais, digamos, genéricos... e o que já li comprovou o quanto esse universo ainda pode render em termos de boas histórias, e sim, os Pistoleiros Solitários não morreram de forma alguma, YEAH!

Mas quando surgiu a sensacional notícia de que a série voltaria, em formato de minissérie de seis episódios, a alegria voltou! E ver Mulder e Scully de volta foi absolutamente emocionante, como rever velhos e queridos amigos!

 

My Struggle trouxe mais uma versão para o incidente de Roswell, a famosa queda de uma nave alienígena nas proximidades dessa cidade do Novo México, nos primeiros dias de julho de 1947. Os shippers se desesperaram por saber que nossos heróis tomaram caminhos separados, e fomos apresentados a um novo personagem, o magnata da mídia Tad O´Malley. Adorei particularmente a crítica feroz à sociedade egoísta, ególatra e consumista de hoje, e a renovação estupenda da conspiração, agora uma trama de pessoas que têm acesso à tecnologia alienígena, com os extraterrestres observando de longe. E, aparentemente, eles fazem muito bem! Também tivemos o retorno de Skinner, e seu comentário de que “o FBI já não é mais o mesmo” disse tudo sobre a “eficiência do governo”. Parece um país que você conhece? E claro, quem recebe um telefonema misterioso no final e diz que vai fazer algo a respeito? Nosso vilão preferido, o Canceroso!

 

Founder´s Mutation é um típico Arquivo-X, Mulder e Scully já integrados novamente ao Bureau, em uma investigação ligada a uma empresa de engenharia genética que pode ter parte com a conspiração. Lindas e emocionantes as cenas dos dois imaginando como seria se tivessem convivido com o filho, William. E claro, as piadas infames de Mulder e seu pouco respeito pelas regras estão ali, nem parece que tanto tempo se passou. Sensacional sua cena inicial frustrado pelos grandes mistérios terem sido explicados e atirando lápis no pôster da Scully... sim ela diz “meu pôster”.

 

Mulder and Scully meet the Were-Monster, episódio nada menos que sensacional! Merece tranquilamente entrar na lista de melhores episódios cômicos da série, genial a ideia de um monstro mordido por um humano sendo vítima da maldição de ter que acordar cedo, arrumar emprego... outra magnífica crítica contra a sociedade moderna e suas futilidades. Além disso David Duchovny e Gillian Anderson estão em seu melhor, piadas de rolar de rir a todo instante, especialmente Mulder apresentando suas teorias ao mesmo tempo em que descreve o que Scully diria em resposta, até que ela completa com um “esse é meu Mulder”. Cena desnecessária de cueca vermelha, e cena magnífica e “quente” de Scully, uhn... No cemitério bonitas homenagens a Kim Manners, diretor de 52 episódios da série, e Jack Hardy, diretor assistente de Chris Carter. Além das muitas e muitas referências, Scully se referindo a Queequeg, Guy se vestindo como Carl Kolchak, da série Os Demônios da Noite que inspirou Arquivo-X, e uma das melhores surpresas, o toque de celular de Mulder é o tema da série!

Por sinal, esse pôster foi criação do J. J. Lendl, artista que criou o The X-Files Poster Project. Ele criou pôsteres para cada episódio da série, então sem mais delongas cliquem aqui e confiram o site dele, vale a pena!

 

Home Again um típico episódio de monstro da semana, e um bem original na verdade, originário do trabalho de um artista com o fim de proteger a população de rua. Em meio à investigação, uma trágica história paralela para Scully com a morte de sua mãe, e ao longo do episódio inteiro sentimos toda aquela tensão e expectativa que somente Arquivo-X nos dava. Nada como nossa série favorita, que inspirou absolutamente tudo que veio depois na televisão, voltar para mostrar novamente como se faz!

 

Babylon trata do tema do terrorismo, com um atentado em solo americano logo no começo, e a introdução de dois novos personagens, os agentes do FBI Miller (Robbie Amell) e Einstein (Lauren Ambrose). A performance de ambos foi sensacional, sendo que eles são como versões mais jovens de Mulder e Scully, Miller disposto a acreditar, e Einstein, que também é ruiva e médica, muito cética e imaginando as poucas e boas que Scully passa ao lado de Mulder. Então Miller se junta a Scully para tentar, por meio de equipamento médico disponível, tentar se comunicar com o terrorista sobrevivente que está em coma, enquanto Einstein vai trabalhar com Mulder e se mostra várias vezes arrependida. E a “viagem” deste último é outro dos momentos cômicos da minissérie que nos fazem rolar de rir, mas é nela que são descobertas pistas fundamentais para afastar a ameaça de um atentado bem pior. No fim, Miller e Einstein conversam, e ela começa a se mostrar mais aberta.

 

E sim, se houver um spin off com Miller e Einstein terá meu completo e irrestrito apoio e audiência! Ainda mais se puder contar com participações especiais de nossos heróis principais, claro!

My Struggle II, finalmente, encerrou a minissérie, ou décima temporada, bem ao estilo Chris Carter, deixando-nos com mais perguntas que respostas. O dia seguinte foi divertido nas redes sociais, com o pobre diretor e produtor sendo espinafrado e xingado de todas as formas. Pôxa, gente, já deveriam estar mais acostumados, e mais otimistas também, já que durante a temporada já se falava que a Fox estava satisfeitíssima com os novos episódios e queria mais, inclusive até com o possível spin off de Miller e Einstein. O que havia sido sugerido no primeiro episódio acontece neste, com um possível ataque biológico relacionado a DNA alienígena. Termo, aliás, que foi repetido à exaustão em todo o episódio. Aprendemos o que houve com nossa querida Monica Reyes, e vimos como o Canceroso ficou afetado após o primeiro final da série. O episódio se torna uma luta contra o tempo para obter a cura para a infestação, com participação de Einstein e Miller, este que já confronta o Canceroso e se mostra essencial para salvar a vida de Mulder. Scully finalmente encontra os dois depois de ter inoculado a cura em Einstein, porém o estado de Mulder é crítico, e somente uma transfusão do sangue de William, o filho deles, poderia salvá-lo. Nesse momento aparece sobre a cena uma nave com tecnologia alienígena, que envolve tudo com um cone de luz, Scully olha sem ação para cima... e o episódio termina.

 

Chris Carter filho da...!!! Sim, até nisso voltamos aqueles maravilhosos tempos em que Arquivo-X foi a maior audiência do canal que o exibiu originalmente! Minha opinião é que foi uma excelente minissérie ou décima temporada, que teve exatamente o mesmo sabor das primeiras e históricas quatro temporadas de Arquivo-X. A mesma tensão, o mesmo suspense, o mesmo humor, a mesma obsessão de Mulder em descobrir a verdade, e a mesma racionalidade com a mente aberta de Scully.

Além de tudo, os novos personagens acrescentaram muitos elementos dignos de serem explorados. Com Miller e Einstein realizei um velho sonho, pois sempre quis saber como nossos dois heróis eram vistos por seus colegas do Bureau, e eles trazem mais uma excelente possibilidade de dar uma autêntica e duradoura sequência à série. Pena mesmo que Carter não tenha seguido os quadrinhos e deixado claro que os Pistoleiros sobreviveram e estão ainda por aí atuando, mas como na alucinação de Mulder em Babylon eles apareceram ao lado de Skinner... como diz no pôster, Eu Quero Acreditar!

Assim, finalizando este já longo texto, nossos amados universos de Ficção Científica têm experimentado uma grande renovação desde 2009, porém, para mim, o que se saiu melhor, por conseguir trazer de volta os mesmos sentimentos e o mesmo clima originais, que por tantos anos desfrutamos em episódios inesquecíveis que nunca cansamos de assistir e reassistir, sem dúvida foi Arquivo-X. Esses seis episódios foram muito poucos, na verdade, para matar tantas saudades de nossos amigos, que nos brindaram com histórias sensacionais, tensas, assustadoras, dramáticas e divertidas. E por isso, por trazer toda essa diversão de volta e ainda mais renovada, sem dúvida temos que comemorar e muito! Sou trekker sim, e adoro Star Wars, mas com certeza foi Arquivo-X o universo que apresentou a melhor renovação. Que venham mais episódios inéditos em 2017!

Antes de encerrar, gostaria de sugerir meus e-books disponíveis na Amazon:

A Lista: Fenda na Realidade

A Lista: Nêmesis

O Império, o Meteoro e a Guerra dos Mundos

Até a próxima!

Contato: escritorcomr@uol.com.br.



Escrito por Escritor às 18h38
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