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ESCRITOR COM "R"


VÓ NENA E OS CAÇADORES - NECULAI E A ESCURIDÃO

Vó Nena e os Caçadores - Neculai e a Escuridão

O potente motor V-8 roncava alto, enquanto o Dodge Charger R/T percorria em alta velocidade a estrada do interior.
- Droga, droga, droga! – não parava de repetir Daniel. Era o mais velho, e deveria ter protegido o irmão. Samuel, o caçula da dupla, sempre fora o mais impulsivo.
Daniel olhou no retrovisor por um momento, enquanto fazia o Dodge atingir quase 200 km/h na estreita estrada.
- Está muito ruim? – perguntou com voz aflita.
Samuel estava com um corte na face esquerda, e segurava o braço direito quebrado com a outra mão.
- Eu aguento... acelera essa p.!
Daniel se concentrou na estrada, desviando de carros mais lentos em manobras que rendiam longas buzinadas, e ele imaginava, vários sinais desagradáveis feitos com o dedo médio.
- Nunca xingue meu carro!
Sorriu de leve. Se Samuel estava xingando, era sinal de que estava bem.
- O que você estava pensando, Samuel? Enfrentar Neculai como se fosse um desses vampiros porra-louca de hoje? Teve sorte dele não arrancar sua cabeça!
- Acha mesmo, mano, que não estou aqui desesperado? Ele pegou meu celular e o primeiro contato é a Vó Nena! Acelera isso!
- Estou acelerando, caramba! E você sabe muito bem que o segundo contato é a Tatiana... E como ainda tem gente que é fã desse monstro? Aquele débil mental do programa na Internet que ele trucidou... o que acontece com esse mundo?
- Vó Nena tem falado muito na escuridão se aproximando – disse Samuel entre duas tossidas. – Vai ver essa onda de retardamento mental aborrecente seja um sintoma.
Daniel sorriu de novo. Seu irmão ia viver, se estava transbordando sarcasmo daquele jeito. Porém, o desespero deles aumentava. Conseguiriam chegar a tempo?

Tatiana ouviu o celular tocar. Olhou ao redor, para o aposento tomado por símbolos de magia e ritualísticos, e encarou os olhos profundos e experimentes da figura frágil à sua frente. Agachou-se e colocou o celular no centro do círculo, apertou a região adequada da tela, e suspirou fundo.
- Alô – disse, tentando parecer tranquila.
- Alô, Tati! Foi um horror! Esse vampiro Neculai é forte demais, não conseguimos detê-lo! E agora ele tem o seu número e o da Vó Nena...
- Cala a boca, seu monstro filho de uma p. – disse uma voz vigorosa. – Pare de querer imitar meu neto Samuel e apareça!
A voz que emergiu a seguir do celular no chão poderia ser descrita de muitas formas, mas definitivamente não era humana.
- Cuidado com o deseja, Vó Nena...

Neculai surgiu no instante seguinte.
- Estou com fome! Ah, Tatiana, posso ver porque Daniel ficou tão preocupado, você é tão linda... Ele vai sentir fortes emoções ao te ver, depois que eu terminar...
O vampiro estendeu a mão na direção da vidente morena, porém um crepitar o obrigou a recolhê-la. Segurou a mão, que ficou avermelhada. Olhou para o chão, e observou o pentagrama artisticamente desenhado no revestimento, e o círculo de sal grosso e alho, com pouco mais de um metro, onde estava confinado.
Neculai ergueu o rosto, exibindo os dentes afiadíssimos em um sorriso macabro, e apanhou o celular do chão enquanto olhava para as duas.
- Então, vocês são versadas nas artes ocultas, não é mesmo? Não que vá ajudá-las muito.
Tatiana não conseguia parar de olhar para o rosto monstruoso. Neculai a observava com volúpia, mas desviou o olhar para a figura miúda do outro lado.
- Vó Nena! Já ouvi falar muito na senhora! Estou de fato honrado em conhecê-la! Vou até contar algo que poucos humanos sabem, os monstros também às vezes se entretêm com histórias horripilantes, e saiba que a senhora é personagem de muitas delas!
- Bom, eu fiz por merecer, seu filho de uma p.!
- Ah, e a linguagem chula das histórias também é verdade – deliciou-se Neculai. – Este momento é tão excitante que quase me fez esquecer minha fome.
- Vó – disse Tatiana, cada vez mais insegura. – Então este é Neculai?
- Sim, filha. Um dos Antigos! – disse Nena do alto de sua sabedoria. – Eles, de linhagens mais puras, têm esses poderes bem maiores que os outros sanguessugas que já conhecemos. Talvez esse bicho feio aqui seja mesmo uma das primeiras pestes trazidas prá nossa terra, pela maior calamidade de todas!
- Sim, Tati, querida, sou diferente dos demais! – zombou Neculai. – Não sou desses personagens de romances, especialmente as fadinhas purpurinadas daquela autora. E entretanto, saiba que existe um entendimento tácito entre nós, vampiros, de não atacar esses escritores. Claro, pois nos beneficiam muito com suas histórias! Estamos nos tornando heróis graças a eles!

Tatiana sorriu de leve, encarou o vampiro e respondeu:
- Pois as fadas de verdade que conheço ficam muito ofendidas com essa comparação.
Neculai sorriu mais ainda, parecendo se divertir com a situação. Depois girou o corpo, olhando para Nena.
– E suas palavras a traem, velha! Tenho que admitir que conseguiram me surpreender com sua estratégia mágica, o pentagrama e o feitiço. Mas começo a perceber que não sou eu mesmo, realmente, o alvo de sua caçada, certo?
Tatiana olhou para Nena com expressão preocupada. A anciã lançou-lhe um olhar  de alerta, mas em seguida Neculai virou-se para Tatiana.
- Tão linda... e com tanto medo! Crescendo, tomando conta de sua mente, como um fogo dentro de você, consumindo-a... está sentindo, Tati? Sinto o cheiro de seu sangue, temperado pelo desespero!
Tatiana olhou para Neculai, e finalmente viu. Séculos de morte, chacina e violência, vítimas incontáveis, tudo sob um véu vermelho da cor do sangue. A visão vinha em ondas cada vez maiores, pois o próprio Neculai permitia que visse.
- Ah, Tatiana, sim... sim! Entregue-se ao desespero! Entregue-se a mim!

O vampiro deu um salto, e conseguiu sair do círculo de proteção. Somente suas roupas arderam em pequenos pontos, que ele apagou simplesmente batendo com as mãos. Tatiana e Nena deram-se as mãos, encolhendo-se em um canto. A anciã se apoiava na bengala.
- Então, qual das duas vai ser primeiro? – perguntou Neculai. – Ah, mas claro, já que me proporcionaram tanta diversão, além de uma farta refeição, vou dizer o que querem saber.
Neculai aproximou-se vagarosamente, ficando a três passos delas. Nena segurava firme a mão de Tatiana, que estava trêmula e ameaçava ceder em definitivo ao desespero.
- Sim! – disse o vampiro. – Pude ver os pensamentos da vidente, e ela está correta. A escuridão está chegando! Na verdade é um tanto incorreto, desculpem... A escuridão sempre esteve aqui, nesta terra tão agradável a nós, vampiros, onde se mata por quase nada, onde humanos exploram, segregam e enganam humanos, encontrando as mais magníficas e torpes justificativas para seus atos. Sim, para nós, o melhor do Brasil é mesmo o brasileiro! E o mais saboroso também...
O vampiro virou a cabeça, parecendo olhar para outros lugares, outros tempos. Em seguida tornou a focar toda sua atenção nelas.
- A escuridão está chegando, e não há nada que possam fazer. Ele nunca será detido! Sempre haverá alguém ansioso para desfrutar das vantagens que ele oferece, como era mesmo aquela propaganda? “Levar vantagem em tudo”, quem acha que a inspirou? Ah, por causa dele o Brasil é esse jardim das delícias. E falando em delícias...
Neculai avançou. Nena deu um passo e ficou entre ele e Tatiana, e ergueu sua bengala como se fosse uma espada.
- Sério, velha? – perguntou Neculai parando a um passo delas. – Vai me acertar com a bengala, é isso?

Continua abaixo...



Escrito por Escritor às 17h31
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VÓ NENA E OS CAÇADORES - NECULAI E A ESCURIDÃO

Continuação...

Vó Nena segurou firme sua bengala, mantendo Tatiana encolhida atrás de si. Neculai abriu um largo sorriso, mostrando as aterradoras presas, no momento em que a anciã desferiu o golpe.
Neculai aterrissou no outro lado do cômodo, derrubando uma mesa com livros e utensílios. O vampiro, surpreso por ter ficado grogue com o golpe, levantou-se devagar.
- Como...?
- Pau Brasil, seu filho de uma grande p.! – disse Vó Nena brandindo a bengala. – Desde o começo, muito bom para machucar vocês, demônios!
Neculai se apoiou em uma cadeira e levantou, andando de lado sem tirar os olhos do rosto de Nena.
- Acha mesmo que conseguirá vencer, velha? Não eu, mas todos os monstros e demônios à solta?
- Sei que vou, seu canalha! – disse Vó Nena, sempre com a bengala em riste.
Neculai soltou uma pavorosa gargalhada.
- Já se esqueceu em que país está, Nena? Até eu ganhei um fã clube! Aqui os políticos, aliás a classe que mais se aproveita da presença dele, de seu principal alvo, roubam sem parar e o povo torna a elegê-los! Sempre haverá egos inflados, ganância e sede de poder, e sempre haverá monstros como eu para tirar proveito!
Foi a vez de Vó Nena rir.
- Todos esses séculos, Neculai, e você ainda não aprendeu o principal. Em meio a escuridão, mesmo a menor fagulha espanta as trevas!
Nena se aproximou erguendo a bengala, e revelando uma estaca na outra mão. Porém Neculai foi mais ligeiro, deslizou para o celular que ainda estava no círculo, e ignorando a dor das queimaduras devido à energia mágica, apertou um comando. Desapareceu no mesmo instante, mas sua voz ainda pôde ser ouvida.
- Vamos ver se seus contatos, Nena, irão gostar de minha visita!

Um potente barulho de motor, seguido pelo guincho de uma forte freada, vieram lá de fora. No instante seguinte Daniel e Samuel entraram correndo.
- Cadê o maldito? – perguntou Daniel apontando a espingarda municiada com balas de prata.
Nena sentou-se em uma cadeira. Estava cansada, apoiou as mãos na bengala e disse
- Calma, meus netos, ele foi embora. Samuel, venha cá e deixe sua avó ver esse braço.
Tatiana, refeita dos momentos de terror, correu e abraçou Daniel. Trocaram um longo beijo. Samuel por sua vez obedeceu e se aproximou. Nena examinou o ferimento e disse:
- É, mágica não vai resolver isso. Daniel, deixa esses agarramentos prá depois e leva seu irmão pro hospital.
- Vó, o que rolou aqui? – perguntou Samuel. – Vocês tão vivas, não dá prá acreditar! Aquele vampiro filho da p...
Samuel tomou um dolorido peteleco da avó, que disse:
- Olha a linguagem, moleque!
- P., Vó, doeu!
Outro cascudo, ainda mais doído. Daniel e Tatiana, ainda abraçados, pararam de se beijar para apreciar a cena, que sempre se repetia.
- P. é o c., moleque! – gritou Vó Nena. – Tô te educando! Agora entra naquela banheira que seu irmão chama de carro, e vá pro hospital tratar desse braço!
Tatiana ajudou a levar Samuel até o Dodge, e o mais novo dos irmãos ainda reclamava, massageando o cocuruto.
- Caramba, como ela é quase um metro mais baixa que eu, e consegue me bater assim?
- Anos de prática – riu Daniel.
Os dois irmãos entraram no Dodge, que logo sumiu na noite. Tatiana entrou, bem a tempo de acompanhar Vó Nena atendendo ao celular.
- Vó, tem certeza que é seguro?
- Minha filha, aquele ordinário daquele vampiro que nem pense em voltar aqui. – apanhou o celular e apertou o comando de atender – Alô.

Pelo aparelho puderam acompanhar gritos, e a mesma voz inumana de antes.
- Nena, Nena... muito esperto de sua parte! Só havia um contato no celular, e quem diria? Era de seu maior inimigo nesta cidade! Apareci bem no meio de um culto, a confusão como pode imaginar foi enorme, e devo dizer que os dois seguranças dele e uma das fiéis estavam deliciosos.
- Mandou ele pro culto do vereador Ramalho? – perguntou Tatiana.
Nena olhou divertida para a moça, sem responder. Neculai, por seu lado, disse:
- Mas acho engraçado, velha, dizer que luta pelo lado da luz, e mandar um monstro como eu para cá. Os dois homens e a mulher que matei deveriam ter família, e provavelmente só estavam fazendo seu trabalho, e ela certamente queria algum alívio das agruras de sua vida.
Elas sentiram a voz do vampiro muito mais próxima, quando ele sussurrou:
- Não acha que isso contará contra você, quando chegar sua hora de prestar contas lá em cima?
- Neculai, tudo é questão de equilíbrio – disse Nena. – E nesse quesito, maldito, pode apostar que fiz muito mais bem do que mal. Vocês acham que vão vencer, mas os Caçadores e os seres da terra, os Encantados, vão acabar com vocês e com essa guerra.
- Veremos, Nena, veremos. Até lá, não desgrude de seu celular!
E com essa frase Neculai desligou. Vó Nena descansou o celular na mesa, voltou a apoiar as mãos na bengala de Pau Brasil, e ficou em silêncio meditando.

- Vó... desculpe...
Tatiana puxou outra cadeira e sentou-se diante de Nena. A anciã segurou a mão da vidente, olhando-a com ternura, e perguntou:
- Desculpar por que, filha?
Tatiana baixou a cabeça. Nena estendeu a mão e ergueu seu queixo.
- Não fui forte o bastante – disse por fim Tatiana. – Ele iria demorar mais para sair do círculo, se eu não tivesse fraquejado.
- Besteira, menina! – disse Nena. – Você e os meninos nunca tinham enfrentado um dos Antigos antes, e estão vivos depois de tanto medo e sofrimento. E isso já quer dizer que venceram. Da próxima vez, estarão preparados!
Nena observou Tatiana, enquanto acariciava seus longos cabelos escuros. Depois uma sombra desceu sobre seu olhar, e ela disse:
- Filha, você viu as vítimas de Neculai, eu sei. Mas tenho que perguntar, e o que mais?
A expressão de Tatiana se tornou sombria, e parte de sua mente se esforçou para afastar o inominável pavor que ameaçava tomá-la. Nena, observando-a atentamente, ficou com pena da moça. Finalmente a vidente disse:
- Vi o que o vampiro comentou. Todos tentando levar vantagem. Brigas de ego, as pessoas querendo impor suas vontades ou opiniões umas sobre as outras, ganância, ódio, intolerância, perseguição... conflito, violência. E a escuridão cobrindo tudo e todos.
Tatiana suspirou. Voltou a baixar a cabeça, mas logo a ergueu de novo, encarando a anciã.
- Vó, e quem era ele, de quem vocês falaram?

Vó Nena olhou para Tatiana, mais séria do que a moça jamais havia visto. Ergueu-se, caminhando amparada pela bengala. A moça se levantou e a seguiu, e seguiram juntas até o quintal da casa. O céu estava estrelado, como somente no interior se pode ver, e se viam no extenso gramado as três árvores de Pau Brasil, plantadas havia décadas pelos pais de Nena. Além deles, a cerca de madeira que delimitava a propriedade, e a primeira das casas vizinhas.
Vó Nena olhou para aquele bucólico panorama por alguns momentos, depois se voltou para Tatiana. Ainda manteve um longo silêncio antes de responder:
- Uma coisa que antes de hoje achava que era só lenda, filha. Uma coisa para a qual todos vamos ter que nos preparar. E muito.

Neculai criado por Adriano Siqueira

Vó Nena e os Caçadores criados por Renato A. Azevedo

Vó Nena e os Caçadores retornarão


Espero que tenham apreciado este primeiro conto de 2015, caros leitores! Devo dizer que sempre fui, e sempre me apresento, como um escritor de Ficção Científica, mas por que não experimentar com outros gêneros, saindo de sua zona de conforto? Os mundos mágicos da Fantasia apresentam tantas possibilidades, que afinal tenho elaborado algumas histórias com novos personagens, dos quais os principais são Vó Nena e os Caçadores. Nós os encontraremos muitas vezes ainda, podem ter certeza!

Quero agradecer ao amigo e colega Adriano Siqueira, que permitiu que eu utilizasse sua mais recente criação, o vampiro Neculai, nesta história (a imagem logo acima, aliás, tem também seu crédito). Não deixem de participar do grupo Neculai, Sangue e Desespero no Facebook, e de conferir o estupendo site Contos de Vampiro e Terror! Se houvessem mais pessoas como o Adriano na Literatura Fantástica Brasileira, estaríamos em muito melhor situação com certeza!

Aos que desejarem conferir meu livro De Roswell a Varginha, escrevam para o e-mail ao final deste post. E gostaria de convidá-los para ler meu segundo livro, Filhas das Estrelas, em versão digital. E também estou no Somnium 110, editado pelo Clube de Leitores de Ficção Científica, na antologia Adeus Planeta Terra, e na antologia Monstros da Editora Buriti, organizada pela amiga Georgette Silen.

Até a próxima!
Contato: escritorcomr@uol.com.br.



Escrito por Escritor às 17h30
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