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Vampiros, para um Feliz Halloween
Halloween. Dia das Bruxas. Existe gente que não gosta dessa comemoração em 31 de outubro, considerando-a uma "festa importada". Alguns até defendem a instituição desse dia como o Dia do Saci. Acredito que há espaço para todos. O Folclore brasileiro é riquíssimo, e eu mesmo já experimentei utilizar alguns de seus elementos em minhas histórias. Vejam aqui mesmo no blog, no conto Zé da Pinga, que o Zé chama os aliens de "sacis". Enfim, falou de Dia das Bruxas falou de criaturas da noite, e entre estas com certeza as mais populares são os vampiros! E a onda vampírica na literatura brasileira continua firme e forte, e até fiz algumas experiências de embarcar nela como poderão ler abaixo, uma série de três curtos contos que juntei em um só.
Em tempo, lembrem que está chegando nosso Encontro Vampiros e Lobisomens na Livraria Cultura, hein? Cliquem no Aumanack ( www.aumanack.com ), para todas as informações.
E se ainda não leram, convido-os a ler meu livro de Ficção Científica, De Roswell a Varginha (Tarja Editorial). O assunto aqui são contatos extraterrestres, mas é literatura fantástica também, aproveitem, olhem os links ao lado!
E vamos aos vampiros! Gostaria somente de avisar que o conto que segue NÃO É ADEQUADO PARA MENORES. Prossiga por sua conta e risco, combinado? Leia e feliz Dia das Bruxas...
VAMPS
A noite de Halloween havia caído, naquele ano, em plena sexta feira, e o diretório acadêmico acabou realizando uma comemoração. Como era habitual, muita cerveja e música, as garotas dos outros cursos, engenharia civil, direito, administração, compareceram em peso. Era difícil para Eduardo e seus amigos se decidir por uma. Durval, já meio bêbado, comentou: - Meu, só tem gostosa, pena que nossa turma não é assim! Como estudantes do terceiro ano de engenharia eletrônica, já estavam habituados a frequentarem as aulas com predominância masculina nas salas. Todos riram do comentário. Até mesmo os que já namoravam aproveitavam a ocasião para “chavecar” um pouco. Eduardo, líder da turma, já noivo de Manuela, era um destes. Foi quando a notaram. Nissei, magra, mas de corpo escultural. Rostinho delicado, um anjo, cabelos bem cuidados presos em rabo de cavalo. Camisa branca, saia curta preta, meias brancas e sapatos pretos. Nem parecia universitária. Caio, já na sexta lata de cerveja, disparou: - Meu, eu acabei de ver essa “mina”, quando fui ver a Susana no primeiro ano de Economia. Muito gostosa, não conseguia parar de olhar! Todos riram, e alguns se levantaram para ir “catá-la”, mas Eduardo se adiantou, dizendo: - Não mesmo, caras, essa é minha! - A Manuela vai ficar muito interessada nisso, riu Durval. O outro olhou sério, e respondeu enquanto tirava a aliança da mão direita: - Enquanto não subir ao altar tá liberado, vocês sabem... Riu, e saiu andando. A garota havia encostado em um canto, observando a festa com jeito tímido, abraçando os livros na altura do peito. Eduardo a mediu de cima a baixo várias vezes, pegou no balcão duas latas de cerveja, e parou bem junto da recém chegada: - Oi, tudo bem? Quer uma cerveja? Ela sorriu levemente, pegando a lata e bebendo um gole. Eduardo virou-se para a turma, que fazia micagens sem parar em sua direção, lançou-lhes um olhar autoritário, e encostou na parede ao lado da garota, cuja altura mal chegava a seus ombros. “Essa tá no papo!”, pensou de si para si, enquanto perguntava: - Está gostando da festa? Ela nada disse, mas um “han-han” afirmativo animou Eduardo. Ele começou a falar, dizendo seu nome, o curso que frequentava, e finalmente, perguntou: - E seu nome, qual é? A garota olhou para Eduardo, e ele sentiu uma estranha sensação diante daqueles olhos escuros, perdidos no rosto lindo e delicado. Finalmente, com voz angelical, ela respondeu sorrindo: - Geiza. Ele novamente sentiu que valia a pena prosseguir, e pousando o braço em seus ombros, perguntou: - Gostaria de ir a algum lugar mais tranquilo? Ela observava o ambiente, aquelas cerca de quarenta pessoas dançando, bebendo e conversando no salão, a decoração cheia de fantasmas, morcegos, algumas abóboras, e olhou para Eduardo, séria. Depois, virou o rosto, para a mão pousada em seu ombro, beijou-a com extrema delicadeza, voltou-se para ele e respondeu: - Claro, por que não? Em instantes estavam em uma sala vazia nas proximidades. O som alto era ouvido com clareza, e Geiza largou os livros e a bolsa em uma das cadeiras, sentando-se ao lado de Eduardo na mesa do professor. Ele não se fez de rogado, beijando o pescoço da garota, que parecia resistir. Suas mãos deslizavam por sua perna, até chegar embaixo da saia. Geiza pareceu se assustar, pois o empurrou com as mãos em seu peito, dizendo: - Ei, você não está sendo muito apressado? Eduardo, contrariado, a pegou pelos ombros, deitando-a na mesa, dizendo a poucos centímetros de seu rosto: - Então, por que concordou em vir para cá? Você vai gostar, eu prometo... Voltou a beijá-la, sufocando seus protestos, enquanto enfiava a mão por baixo da saia de Geiza. As pequenas mãos dela tentavam impedi-lo sem êxito, quando deitou-se sobre ela, já tentando desabotoar a camisa. Parecia que a débil resistência de Geiza apenas incentivava Eduardo a ir adiante: - Você vai gostar, fofinha, relaxe... Deixe rolar, não resista... Por um momento, ele parou, observando o rosto belo e delicado da garota. Finalmente, Geiza abriu os olhos, encarando-o, sorrindo de um jeito bem sacana: - Deixar rolar? Uhn... tudo bem! Agarrou o pescoço de Eduardo com uma força que o surpreendeu, derrubando-o no chão. O universitário ainda estava zonzo com a surpresa, quando Geiza caiu sobre ele, travando seus movimentos. Eduardo olhou para ela em pânico, e a última coisa que viu foram os olhos vermelhos, e as presas que despontavam em sua boca. Geiza lançou os dentes sobre o pescoço dele, rasgando a pele e bebendo o líquido quente com avidez. Instantes depois levantava, vitoriosa e satisfeita, em pleno êxtase. Viu um lenço despontando no bolso da calça dele, arrancou-o e limpou os lábios sujos de sangue com o mesmo. Observou a expressão apavorada, lívida e sem vida de Eduardo, jogando o lenço sujo sobre o corpo. Apanhou a bolsa e os livros, saindo calmamente da sala. O som da festa ainda era ouvido, e Geiza caminhou na direção contrária. Seu celular tocou nesse instante, ela atendeu, e disse: - Você me pega em frente ao pátio? Ótimo, estarei lá! Chegou ao local combinado, saindo sem problemas do campus, olhando para as estrelas no céu, e dizendo, feliz e saciada: - Adoro o Halloween!
Os mesmos dois rapazes que ela vira na noite anterior, em frente a casa noturna especializada em pagode e gafieira, voltaram a aparecer. Ela veio andando pela calçada, passando por dois outros bares e uma oficina mecânica, ainda aberta aquela hora da noite. E em todos esses, a platéia masculina a olhava com avidez, e quando havia mulheres presentes, estas lançavam-lhe olhares de pura inveja. Mais de uma começou a gritar com o namorado, ou o que fosse, “por ficar olhando para aquela vagabunda!”, conforme Deise ouviu. Não que ela ligasse, estava mais interessada em outras coisas. Continuou andando. Vestia um sobretudo de couro que terminava um pouco acima dos joelhos. O som dos saltos altos das botas de couro parecia música aos que a observavam passar. A pele cor de café com leite, os cabelos longos e muito lisos, os olhos negros e o sorriso frouxo dos lábios carnudos e vermelhos levavam vários dos homens por que passara a soltar um “gostosa!”, “vem cá, meu bem...”, ou “quer ser minha namorada?”, além, claro, de propostas muito mais indecentes. Deise nem ligou. Não havia absolutamente nada ali que a preocupasse. Sua atenção estava focada apenas nos dois rapazes, um mulato e um negro, altos e fortes, mal saídos da adolescência. Passou por eles, lançando a cada um olhar cheio de segundas e terceiras intenções. Eles estavam em um grupo de amigos, e todos começaram a olhá-la e fazer aqueles comentários de baixíssimo nível. Por um momento, Deise lembrou de outros tempos, quando se sentia ofendida. Que boba era, na época! Agora, tudo era diferente. Ela descobriu, finalmente, que o poder sempre fora dela. Parou e voltou-se, percebendo que os dois haviam se adiantado. Os amigos, lá da porta da casa noturna, riam e faziam piadas sem parar. Deise veio andando, passando pelos dois, parando e dando as costas ao grupo, que não parava de gritar. Olhando de forma sedutora para ambos, desamarrou a faixa da cintura do sobretudo, e o abriu de uma vez, para que apenas seus dois escolhidos a vissem. A expressão deles, um misto de surpresa, admiração e excitação, ao vê-la totalmente nua por baixo do casaco, sozinha já compensaria pela aventura. Pelos segundos que Deise se exibia, eles não conseguiram tirar os olhos de seu corpo perfeito. Quando julgou que já era suficiente, voltou a fechar o sobretudo. Os dois mantinham uma expressão de absoluta estupefação, e Deise se voltou e sorriu para a turma, que não parava com sua bagunça. Virou-se e caminhou para a dupla, passando os dedos pelo queixo de cada um como um convite. Andou até uma viela no final do quarteirão, ao lado da última casa, que estava abandonada. Entrou no lugar escuro, onde havia amontoados de lixo aqui e ali, e parou perto de uma lata de lixo. Voltou-se, e viu os dois, parados a pouca distância. Sem pudores, Deise abriu o casaco, desta vez tirando-o e o deixando sobre a lata de lixo. Exibiu-se nua, só de botas e com um sorriso orgulhoso nos lábios. Eles não esperaram mais, e logo Deise tinha os dois para si, um a abraçando por trás e agarrando seus seios, outro a possuindo pela frente, ao mesmo tempo que passava as mãos por todo seu corpo. Era um ato selvagem, quase animalesco, e eles já estavam sem fôlego logo depois de começarem. Continua abaixo...
Escrito por Escritor às 14h18
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Vampiros, para um Feliz Halloween!
Continuação... Mas não Deise, que era quem, na verdade, possuía a ambos naquela viela escura. E na escuridão, o rapaz a sua frente não reparou quando ela trouxe a cabeça do outro para perto, enterrando os dentes em seu pescoço. Ela estava tão excitada que bebeu o sangue todo em instantes. Só quando seu amigo caiu sem vida, é que o outro sentiu que algo parecia errado. A meia luz, viu o amigo caído, abriu a boca para dizer algo, mas o corpo escultural de Deise o distraía. A abraçava e apalpava sem parar, e finalmente a beijou. Foi quando sentiu. Sentiu sua boca sendo rasgada, o sangue escorrendo, e a voz que não saía. Quando finalmente a mulata o largou, tentou gritar ao ver, em um jogo de luzes e sombras, os compridos caninos em sua boca. Mas já não tinha mais forças. Em um último orgasmo, ela o mordeu no pescoço, bebendo o restante do sangue ainda quente. Um segundo corpo sem vida caía ao chão. Deise apoiou-se na parede, satisfeita e saciada, acariciando seu corpo nu. Instantes depois, apanhou o celular no bolso do sobretudo, e teclou um número. Quando Geiza atendeu, disse: - Já estou indo te pegar para passarmos na casa da Maria. Tá, tchau! Apanhou o sobretudo, e sem vesti-lo saiu caminhando nua até o carro, estacionado no final da viela. O som dos saltos das botas era a única coisa que se ouvia. Minutos depois, um sedã negro estacionava diante do pátio da universidade, e Geiza entrava pela porta de trás. A nissei trocou um beijo de bochechas com Deise, enquanto admirava as formas da mulata, agora de short preto e blusa de alças cinza metálica. Perguntou: - E minha roupa, você trouxe? Deise riu, e respondeu: - Por que vai se trocar? Os rapazes adoram esse look colegial... Geiza não respondeu, tirando a roupa e vestindo uma saia xadrez vermelha, sandálias de salto alto com tiras que se enrolavam em suas pernas, e um top branco. Adorava chocar as pessoas com seu visual, e depois de passar para o banco da frente, soltou o rabo de cavalo e começou a arrumar os cabelos, prendendo-os em duas tranças, uma de cada lado. - Será que Maria já acordou? Deise ouviu a pergunta de Geiza, e deu de ombros. Em alguns minutos, de qualquer forma, ela acordaria com a chegada das amigas.
Maria era promoter. E, como tal, ninguém parecia ligar para o fato de que dormia de dia, e trabalhava a noite. Trabalhar não era bem o termo, ao menos para ela. Agitar seria bem mais adequado, pois amava o que fazia. Gostava da noite, das festas, do glamour... Acordou com o telefone tocando, e antes de atender viu que já eram quase onze da noite. A festa começaria a meia noite, e felizmente, o galpão onde seria realizada não era longe. Além do mais, as amigas viriam buscá-la. Imaginando serem elas, atendeu, mas ouviu uma voz masculina: - Oi, será que te acordei? - Uhn, acordou sim... - Desculpe. - Que nada, adoro ouvir sua voz... Estou com saudades... - Maria, você sabe como me sinto. Reinaldo era jornalista e escritor, e eles mantinham um caso havia uns cinco meses. Na verdade, era difícil conciliar horários, mas quando se viam... Maria mordeu os lábios de saudade e desejo, e disse: - Sabe muito bem que jamais faria algo contra sua vontade... Só quero seu carinho, sua paixão... Seu tesão... Ele suspirou, ficando alguns segundos em silêncio. Se contasse aos colegas, certamente o mandariam a um hospício. Quando Maria revelou seu segredo, Reinaldo a princípio não acreditou. Maria teve que revelar-se, mostrar sua verdadeira natureza. Fora arriscado, e o mais difícil para ela era se controlar quando faziam amor, ou apenas estavam juntos, assistindo a algum filme na televisão como se fossem um casal comum. Reinaldo realmente havia se afastado com medo após a revelação, e sumido por vários dias. Mas logo voltava a vê-la, atraído talvez por aquele gosto do proibido, do sacrílego, de ser um humano namorando alguém... que não era exatamente o que se chama de normal! - Ainda está aí? - perguntou Maria sussurrando. - Sim. - Estou com saudades, queria te ver... Tenho um ingresso reservado prá você, vem, vai... Custava a Reinaldo resistir quando ela estava assim, carente, falando daquele jeito tão meigo, tão sensual... Mas também tão perigoso! Lembrou-se da primeira vez que a viu, fazendo... Foi a coisa mais chocante que já havia visto, mas era ao mesmo tempo tão fascinante... A atração que nutria por ela aumentou ainda mais, tornando-se quase um vício. Era isso! Um vício! Uma mania, uma maldição, da qual ele deveria se livrar! Mas veio a sua mente a imagem de Maria, doce, meiga, bela e delicada, os cabelos castanho-escuros meio encaracolados, caindo em cachos sobre os ombros, o jeito de menina, o corpo escultural, a pele alva e macia, seu cheiro, seu toque... - Desculpe - ele respondeu - hoje realmente não posso, amanhã tenho que levantar cedo. - Ah, que pena... Ela levantou-se, puxando o lençol de cetim que cobriu parcialmente seu corpo nu. Do outro lado do lençol, algo pesado caiu ao chão, fazendo um barulho que Reinaldo não pôde deixar de ouvir, pois perguntou: - O que foi isso? Maria olhou na direção de onde viera o barulho, mordendo a ponta do dedo, e pensando no que dizer. Finalmente, respondeu: - Reinaldo, você sabe que não exijo exclusividade... e sabe também que não a concedo... Para mim, basta ouvir sua voz, e o ver e tocar ocasionalmente... Mas sempre haverá outros. Ele suspirou, lembrando como aquela situação já o havia deixado bravo anteriormente. Entretanto, o tempo de convivência já o havia ensinado que Maria era diferente. E, de qualquer forma, poderia dar-se por satisfeito, e disse isso a ela: - Bem, ao menos sei que, por agora, tenho a certeza de acordar na manhã seguinte, depois de dormir com você. Lembrou-se da última vez em que fizeram amor, quando, tomada pela excitação, Maria havia mudado. Reinaldo viu ali, em sua face demoníaca, os olhos vermelhos e os longos caninos, a face da morte, de sua própria morte... Mas logo a garota voltava ao normal, carinhosa como sempre, embora ele continuasse sentindo um certo incômodo, principalmente quando ela o beijava no pescoço. - Acho que daqui a duas noites poderei ir ver você. - Que bom, querido, é minha noite de folga! Esperarei ansiosa... - Não me diga que está ansiosa! Para falar a verdade, isso ainda me assusta um pouco! - Nunca farei mal a você, querido. Bem, sabe que há outra opção... - Prefiro que, como das outras vezes que mencionou, deixe esse papo de me transformar de lado. Ao menos por hora. Ela, como sempre, ficou um pouco frustrada, mas Reinaldo adivinhou que instantes depois Maria estava sorrindo, daquela forma adorável que fazia. Perguntou: - E o cara dessa noite, quem era? - Humpf! Um chato, participante de um desses reality shows... Queria porque queria participar da festa! Reinaldo se arrepiou, mas novamente, aquela deliciosa sensação do proibido superava em muito o arrependimento, de saber de tudo aquilo e nada mencionar a ninguém. Esqueceu-se daquilo, e disse: - Então, até daqui duas noites. Te amo. - Também te amo, tchau. Maria desligou, e constatou que seu “convidado” ainda vivia. Vestiu um roupão e chamou um táxi, despachando no mesmo o sujeito. Seu dom de ilusão faria o taxista esquecer quem era ela, e onde havia apanhado aquele passageiro moribundo. Ela subiu, tomou um banho rápido, e terminou bem a tempo de receber as amigas, enrolada na toalha. Deise e Geiza a ajudaram na escolha da roupa, e depois de muitos palpites Maria escolheu um conjunto de blazer e saia (curtíssima!) pretos, e uma camisa branca. Sapatos de salto alto faziam a combinação perfeita e elegante, adequada a promoter e dona da festa. Logo, as três chegavam ao galpão, onde uma grande multidão se amontoava. Roupas e fantasias de todos os tipos, vozes altas e muita animação. Quando Maria e amigas chegaram, a turma abriu alas. As três examinavam atentamente cada alma ali presente, escolhendo qual deveria entrar e qual não, e quais seriam depois servidas aos pouquíssimos convidados vip... A meia noite em ponto, a festa começou. Seria um Halloween e tanto!
Contato: escritorcomr@uol.com.br .
Escrito por Escritor às 14h17
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